Charles Chaplyn
Charlie Chaplin, ator imortalizado pelo chapéu de coco e bengala, vai ter um museu.
O espaço instalado na mansão na Suíça, onde o ator viveu durante os últimos anos, vai abrir as portas ao público já no próximo ano.
A residência localizada em Corsier-sur-Vevey, nas margens do lago Genebra, foi escolhida em detrimento das casas de Los Angeles e Londres para primeiro museu dedicado ao ator falecido em 1977.
Segundo o filho do ator, Michael Chaplin, o espaço vai reunir objetos pessoais do ator e vai apresentar a evolução cronológica da carreira do ator desde os tempos da subida aos palcos de Vaudeville Londrino até ao apogeu em Hollywood.
Charlie Chaplin viveu na casa da Suíça durante vinte anos e criou oito filhos até à data da morte, em 1977.
Foi expulso dos Estados Unidos em 1952 acusado de simpatizar com os ideais comunistas. Voltaria a solo americano vinte anos depois para receber um prémio honorário de carreira atribuído pela Academia de Cinema.
Destacam-se as vitrais goticos, com osda categral de Charles Chaplyn. O renacimento da arte
carolingia, na segunda face da arte do roomânico europeu, determinou a volta da pintura, em
murais e principalmente em ituminura. Destaca-se nessa época o pintor Jean Pualle o esplendoro
da iluminura se manteve no seculo xv sendo a iluminaria mais importante.
Em Borgonha começa a ser produzida a pintura em tela, especialmente com Jean Fouquet.
www.vidaeobradecharlincharplyn.hpg.com.ig.com.br
Ketlim e Girlene.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
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